Cinco boas razões para escolher implantes dentários

1. Uma solução estética

A função e a aparência andam de mãos dadas: os implantes dentários foram desenvolvidos para oferecer estabilidade fiável, e as mais recentes soluções com implantes têm um aspecto ainda mais natural.

2. Mais para desfrutar

As placas dentárias, muitas vezes necessárias com as próteses dentárias totais convencionais, podem causar pontos de pressão e outros inconvenientes. Com a terapia por implantes dentários, tais placas dentárias não são necessárias. Por isso, os pacientes podem experimentar maior conforto ao falar, sorrir e comer.

Uma pesquisa norte-americana destacou as vantagens dos implantes e provou a teoria que “aqueles que beijam desfrutam mais a vida”. As pessoas com maus dentes, ou dentes ausentes, beijam os outros menos frequentemente e são, por sua vez beijadas menos vezes do que aquelas com bons dentes. Pesquisas conduzidas pela Mutilo Universos no Canadá, com o apoio da Straumann, mostraram que a falta de à-vontade durante o beijo é consideravelmente reduzida se as próteses estiverem devidamente ancoradas por implantes.*

3. Preservação óssea

Os implantes transmitem as forças de mastigação aos ossos da maxila, o que ajuda a preservar o osso. Se não houver qualquer implante, como ocorre com pontes convencionais ou próteses parciais, o osso pode retrair-se lentamente e a forma do rosto pode modificar-se com a passagem do tempo.

4. Preservação dos dentes

Com uma ponte convencional, os dentes vizinhos saudáveis à direita e à esquerda do dente ausente têm de ser desgastados para apoiar a ponte. Ao utilizar um implante para fechar o espaço, os dentes vizinhos não são afectados e a superfície natural do dente permanece intacta.

5. Qualidade comprovada

Os implantes dentários Straumann já foram vendidos mais de quatro milhões de vezes no mundo inteiro. O Straumann® Dental Implant System é um dos sistemas utilizados mais frequentemente em todo o mundo e é o resultado de mais de 30 anos de experiência científica.


* Heydecke G et al. J Dent 2005;33:649